segunda-feira, 28 de outubro de 2019

A voz de Bacurau




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Fui assistir a mais um filme que não se pode deixar de ver, pois como Coringa, é um filme que é tema das rodas de conversas. Como gosto de participar lá fui eu.

Uau! É muito violento! 

Mas, é preciso enxergar além disso, porque tem muita coisa aí para ser analisada, pensada, refletida. E se possível, assistir mais de uma vez.

A força do povo e o político  corrupto é o tema do filme, assim entendi.
A sobrevivência, a solidariedade e a luta dos menos favorecidos é muito forte no filme.
Tem também a imagem de quem mata por matar. Como um jogo de força, superioridade, um prazer desenfreado de posse. Mas, quando se chega a isso?. O que leva alguém a tomar esse caminho? 

Joyce Pianchão

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

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Fui assistir ao filme Coringa. 
Tem tanta coisa ali para ser refletida que para isso merecia horas e horas de discussão. E bota discussão aí, pois há muitas faces nessa história.
 Envolve história familiar, o vínculo de patrão e empregado, o tratamento dos transtornos mentais, a saúde pública, a violência, a arma de fogo, o descaso do outro para com o outro, polícia e política. 
Resumindo trata da carência afetiva do ser humano.
 Vale a pena assistir e repensar nos nossos próprios conceitos de vida.
 Um filme que faz pensar é tudo de bom!

Joyce Pianchão 

sábado, 28 de setembro de 2019

Vai setembro!


Setembro  se despede
E me deixa com alegrias pra recordar.

Foi com ele que comemorei 64 anos de vida.

E foi pertinho do mar
Com pé ora na areia, ora na água salgada
Que eu brindei a vida!

Vai!

A gente se vê, assim espero...

 No próximo ano
Numa praia qualquer
Quero  olhar ao longe
e ter a alegria de encontrar mais um setembro.

Joyce Pianchão

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Eu setembro






Vivo mais um setembro!
Ele chega e e me encontra viva.
Viva, feliz e com saúde.

Setembro me lembra também que tenho consulta médica marcada, contas pra pagar e outros problemas diversos a resolver... Ah, uma viagem marcada!

Setembro me faz ver  as coisas boas que me aconteceram, os medos superados, as dificuldades deixadas pra trás.
Vejo também outros medos, outras situações que me inquietam.

 
Setembro me encontra com os amigos que deixaram de ser, os que chegaram, os que nunca foram...


Setembro me trás mais um ano de vida somados a tantos outros. Mas, essa conta não quero fazer. Quero sim me ver bem.

 
Setembro é sol, chuva, flores, calor, começo, fim, espera, despedida. Setembro de cada um...

Pode ser também só mais um mês. Depende de como é recebido.

Setembro é o que temos hoje.

Setembro é  como a vida é pra cada um de nós.

Joyce Pianchão

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

A GENTE QUER SER FELIZ!



A gente quer ser feliz!
Acordar todos os dias com coisas boas pra fazer.
A gente quer ser querida!
Ter um monte de amigos que todo o dia se lembra da gente.
A gente quer sol, água fresca e sombra.
Viajar todo fim de semana, feriados e férias.
A gente não quer tristeza...
Só que a vida não é assim, não é mesmo.
Tem dia que acordamos infelizes.
É do ser humano viver momentos tristes também.
Todo ser humano sensível sofre. Acho que é para que saibamos identificar melhor os dias felizes.
O problema é que tem certos momentos que tudo está no mesmo lugar, tudo organizadinho. O seu canto aconchegante, a sua geladeira cheia, tem dinheiro na carteira no final de mês, a saúde vai bem... Poxa! Quanta gente almeja por isso. Mas mesmo assim bate tristeza.
É que por detrás do nosso muro existe a nossa moradia maior, que foge do nosso controle e ficamos tristes com o que vemos.  E não sabemos tornar protegido e acolhedor como aquele cantinho aconchegante só nosso.
Estou assim hoje...

Joyce Pianchão

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Lendo Chico




Não conhecia Chico escritor. Então fiz a minha primeira leitura e gostei muito. Gostei tanto que já iniciei outro romance escrito por ele.
O irmão alemão nos leva a transcorrer por uma casa repleta de livros. Vai lendo e relendo a história da família. Cada um com suas vivências simples, rotineiras, confusas, repletas de sentimentos, que nos leva a pensar na nossa própria vida familiar. A procura de um irmão leva a outros achados e perdidos.
Jeito gostoso tem o Chico de escrever.

Joyce Pianchão

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Confissão



Confissão
Confesso meu amor pelos livros.
Gosto de tê-los por perto. Eles me permitem a fuga, permanecendo, porém, presente.
Ao final do dia é com eles que me acalmo, equilibro os pensamentos, adormeço o corpo.
Eles me deixam atenta aos sentidos, me apontam caminhos.
Com o livro de cabeceira mantenho um relacionamento fiel.
O amor é para sempre até a última página do livro.

Joyce Pianchão